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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Slayer: Jeff Hanneman ainda não está pronto para voltar




O guitarrista do Slayer, Jeff Hanneman, que sofreu uma picada de aranha quase fatal no início do ano passado, ainda não pode voltar ao trabalho.

Segundo comunicado feito pela banda: “Após alguns dias de internação no pronto-socorro, as coisas ficaram meio nebulosas. Chegou-se a falar que seu braço teria que ser amputado e nós não sabíamos se ele iria se recuperar. Ele ficou alguns dias em coma induzido e fez várias cirurgias para remover os tecidos que estavam morrendo e os já mortos de seu braço. Então, ele estava muito, muito, mal.

Desde então, ele teve que aprender a andar de novo, fez vários enxertos de pele doloridos, e tem feito exercícios de fisioterapia para recuperar a força de seu braço – mas o melhor de tudo é que ele tem tocado guitarra.

Embora nós o queiramos de volta, todos nós apoiamos sua decisão de ainda não voltar. O quanto tempo ainda teremos que esperar ? A melhor resposta que podemos dar é: o quanto precisar.”  

O guitarrista tem participado das sessões de composição para o novo albume estava programado para voltar a tocar ao vivo nos próximos meses. Mas ele mesmo decidiu que ainda não está pronto e a banda decidiu dar a ele todo o tempo do mundo, enquanto Gary Holt do Exodus continua a substituí-lo. 

Fonte: Roadie Crew


terça-feira, 24 de abril de 2012

Assista ao "Wall of Death" do Exodus em SP


Assista ao "Wall of Death" do Exodus em Strike Of The Beast/Good Riddance (mais 
precisamente aos 2:54min), em performance dia 22/04 no Carioca Club, em Sao Paulo.






segunda-feira, 23 de abril de 2012

EXODUS - São Paulo 22/04/2012

Num fim de semana que ficou marcado pelo fiasco do M.O.A., quem compareceu ao Carioca Club neste domingo, não teve do que reclamar. Três shows agitaram o público presente.
A primeira banda a subir ao palco foi o trio feminino Nervosa que fez jus ao nome em uma apresentação bastante energética, com destaque para a  performance segura e criativa da baterista Fernanda Terra.


Em seguida o Claustrofobia, apresentou set com uma mistura perfeita de brutalidade e técnica. A essa altura uma bela roda já tomava conta da pista do Carioca. Os paulistanos fizeram um show digno de headliners. Um dos destaques do show ficou por conta da música Pinu Da Granada (do mais recente álbum Peste) que foi realmente explosiva!



Após um pequeno intervalo chegou a vez dos americanos do Exodus darem mais uma lição de violência sonora. Com um setlist muito parecido com o que foi apresentado na noite anterior em Recife, a banda iniciou o show com The Ballad Of Leonard And Charles, seguida de Beyond The Pale. O que se viu a seguir foi um show fantástico que mesclou músicas de todas as fases da banda como Brain Dead, Fabulous Disaster, a maravilhosa TheToxic Waltz, Blacklist, gravadas com Steve "Zetro" Souza, passando pelos clássicos do álbum Bonded By Blood imortalizados na voz do saudoso Paul Baloff: Piranha, A Lesson In Violence, Metal Command Bonded By Blood. Merecem também destaques as músicas mais recentes da banda como Deathamphetamine, Children Of A Worthless God e Good Riddance. Aliás, o Exodus é uma das poucas bandas dos anos oitenta, que não se acomodou e continuou a lançar grandes discos. Um bom exemplo disso é o mais recente Exhiibit B: The Human Condition. O momento mais marcante desta apresentação irretocável, foi durante a execução de Strike Of The Beast, quando o vocalista Rob Dukes dividiu a pista em dois lados para o famoso Wall Of Death. O que se seguiu foi um moshpit insano que continuou até o final da apresentação, já com todos completamente exaustos, porém satisfeitos com um show pra lavar a alma de todo headbanger que se preze.





domingo, 22 de abril de 2012

Exodus no Abril Pro Rock

Os californianos do Exodus encerram há poucos minutos sua apresentação no festival Abril Pro Rock em Recife. Foi uma verdadeira aula de thrash metal. Amanhã é a vez dos paulistanos verem a banda às 18:00hs no Carioca Club. Confira o setlist apresentado hoje:



    01.     The Ballad Of Leonard And Charles
    02.     Beyond The Pale
    03.     Children Of A Worthless God 
    04.     Piranha
    05.     Deathamphetamine
    06.     Blacklist
    07.     A Lesson In Violence
    08.     Pleasures Of The Flesh
    09.     Fabulous Disaster
    10.    And Then There Were None
    11.    Metal Command
    12.    Deranged
    13.    War Is My Shepherd
    14.    Bonded By Blood
    15.    The Toxic Waltz
    16.    Strike Of The Beast
    17.    Good Riddance


sábado, 21 de abril de 2012

Abril Pro Rock: Ratos de Porão, Exodus e Brujeria


Além da comemoração da sua vigésima edição, o festival Abril pro Rock será palco, hoje, no Chevrolet Hall, das celebrações em torno das três décadas de vida do Ratos de Porão. O grupo nasceu em São Paulo, no início da década de 1980 e faz um som que une punk, hardcore e thrash metal. O RDP está presente em diversas coletâneas, possui 14 discos de estúdio e muitas histórias pra contar.
No show do Recife, a banda focará o repertório nas músicas do disco Anarkophobia, lançado em 1990. “É uma comemoração dentro da outra: 30 anos nossos e 20 desse álbum”, explica o vocalista João Gordo, 48 anos, em entrevista por telefone.
De acordo com ele, o lançamento desse disco foi bem marcante na época. Era o segundo da banda pela gravadora americana Roadrunner (que naquele tempo se chamava Roadracer Records) e o que os levou pela segunda vez à Alemanha. “Conseguimos engatar uma turnê europeia de quatro meses”, rememora.
Curiosamente, João Gordo também diz que esse foi um álbum que trouxe certas complicações. “O Anarkophobia foi todo composto por mim e por Jão (guitarrista, e único membro fundador do Ratos ainda na banda), enquanto os outros estavam no churrasco (risos). Mas demos um passo maior do que as pernas”.
O problema maior aí, segundo o Gordo, é que eles atingiram o objetivo de fazer um disco com a pegada mais metálica, porém a coisa ficou difícil nos shows. “Comparado aos outros álbuns, as músicas do Anarko eram mais longas e complexas. Resultado: a gente não conseguia tocá-las direito ao vivo”, relembra o músico, entre gargalhadas.
Já tem alguns bons anos que João Gordo é acusado de “traidor do movimento” por punks mais ortodoxos, devido à incursão do Ratos pelo metal e ao trabalho que o artista vem desenvolvento, inicialmente, na MTV e, atualmente, na Rede Record como apresentador. “Isso pra mim é uma ocupação como outra qualquer. A diferença é que eu trabalho pouco e ganho bem”, debocha, para depois se mostrar mais sério e dizer que não pode se render ao capricho de radicais e deixar de dar conforto aos seus dois filhos pequenos.
Entre os outros destaques desta noite, no Abril pro Rock, estão os shows do grupo americano de thrash metal Exodus - de onde veio o guitarrista Kirk Hammett, do Metallica - e da banda mexicana de grindcore Brujeria. Firetomb e Pandemmy - que aproveita a ocasião para lançar o EP Dialectic - representam Pernambuco no festival.
Confira a ordem das atrações da noite de hoje, no Abril pro Rock:
17h, abertura dos portões; 17h30, início dos shows
Pandemmy (PE)
Test (Test)
Firetomb (PE)
Hellbenders (GO)
Leptspirose (SP)
Cripple Bastards (Itália)
Ratos de Porão (SP)
Brujeria (México)
Exodus (EUA)
Site do festival:


Fonte: Jornal do Comercio Recife

sexta-feira, 20 de abril de 2012

'Pink floyd do thrash metal', Exodus diz que show será 'mutilação sonora'


Apesar de não pertencer ao grupo dos "quatro grandes do thrash metal" (Metallica, Megadeth, Anthrax e Slayer), o Exodus é um daqueles nomes que merece um lugar entre as principais forças do gênero. Afinal, ao longo de seus mais de 30 anos de carreira - que teve dois hiatos -, o grupo lançou alguns dos álbuns mais potentes do metal, como "Bonded by blood" (1985) e "Fabulous disaster" (1987).
Não é de surpreender então que, mesmo após tantos anos, o quinteto seja capaz de registrar um disco digno da qualidade de seus primeiros passos como é o caso de "Exhibit B: The human condition", que saiu em 2010. Por apresentar canções longas - algumas com mais de sete minutos de duração -, o trabalho fez o grupo ser apelidado de "Pink Floyd do thrash metal".
"Todo mundo sabe que a América do Sul é uma loucura. Vocês têm o que acredito ser um dos melhores públicos do mundo", disse o guitarrista Gary Holt em entrevista por telefone ao G1. É com esse espírito que ele traz o Exodus de volta ao Brasil, para se apresentar no dia 20 de abril no festival Metal Open Air, em São Luís e, no dia seguinte, no Abril Pro Rock, em Recife, Pernambuco. Leia a conversa com o músico:
G1 – O Exodus está na ativa desde os anos 80 e muito aconteceu com o grupo desde então, com várias mudanças na formação, por exemplo. Como você descreveria o atual momento da banda?
Gary Holt –
 Estamos mais fortes do que nunca. A banda hoje em dia é nada além de quatro caras comprometidos, e estamos tentando fazer o som mais thrash e pesado possível. O mesmo vale para o show. Todos estão sabem o que tem que ser feito e tudo tem sido realmente incrível nos últimos tempos.
G1 – O que os fãs podem esperar do show do Exodus no Brasil? Vocês tocarão músicas novas?
Gary Holt –
 Violência total e mutilação sonora! Bom, tocaremos músicas que sempre apresentamos, mas garanto que tentaremos fazer com que seja ainda mais louco do que o anterior. Mas não vamos tocar músicas novas.
G1 – Vocês já vieram ao Brasil anteriormente. Do que se lembra do país?
Gary Holt –
 Todo mundo sabe que a América do Sul é uma loucura. Vocês têm o que acredito ser um dos melhores públicos do mundo. Sempre que vamos ao Brasil queremos fazer um grande show e tomar um monte de caipirinhas (risos).
G1 – Você tocou com o Slayer recentemente. Como foi essa experiência?
Gary Holt –
 Foi sensacional, fizemos algumas apresentações memoráveis na América do Sul, como, por exemplo, em Santiago, no Chile, para 14 mil pessoas... foi uma coisa incrível.
G1 – Muitas pessoas acham que o Exodus deveria fazer parte do que é conhecido como “os quatro grandes do thrash metal” [Metallica, Megadeth, Anthrax e Slayer]. Você concorda?
Gary Holt – 
Sabe de uma coisa, “os quatro grandes” são chamados assim apenas porque venderam mais álbuns. Eu realmente não perco o tempo me preocupando com esse tipo de coisa. Não me incomoda nem um pouco.
A banda californiana de thrash metal Exodus (Foto: Divulgação)A banda californiana de thrash metal Exodus (Foto: Divulgação)
G1 – De onde veio todo o conceito por trás de “Exhibit B: The human condition”, o álbum mais recente do Exodus?
Gary Holt – 
Nós começamos com o “Exhibit A”. Dessa vez, queríamos fazer o álbum com a história mais épica possível. Quando começamos a trabalhar em “Exhibit A” já imaginávamos como seria o “Exhibit B”. Decidimos que seria algo bem pesado.
G1 – Este álbum tem faixas bem longas. Foi um passo natural a se tomar?
Gary Holt – 
Certamente. Alguém disse uns anos atrás que havíamos nos tornado o Pink Floyd do thrash metal (risos). Sabe de uma coisa? O próximo álbum talvez seja completamente diferente desses dois, porque sempre que vamos gravar um disco nós procuramos fazer exatamente o que queremos. A maioria das coisas novas talvez tendam a ser mais curtas, ainda mais rápidas e muito brutal. Já fizemos nossos álbuns com influências de Pink Floyd, agora queremos fazer discos que sejam como os do Discharge.
G1 – “Exhibit B: The human condition” é o primeiro álbum do Exodus a aparecer nas paradas desde “Force of habit”, de 1992. A banda se preocupa com coisas como vendas e críticas musicais ou se importa mais com a resposta do público?
Gary Holt – 
Aparecer nas paradas é bom, pois isso quer dizer que os fãs estão comprando os discos. Sobre as resenhas, todo mundo gosta das que falam bem e odeia as que falam mal, mas o que importa mesmo é o que os fãs vão pensar.
Fonte: G1


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