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sábado, 9 de junho de 2012

Metal Open Air: vocal do Dark Avenger fala sobre bastidores

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O vocalista das bandas brasilienses Dark Avenger e Harllequin, Mário Linhares, resolveu falar sobre a desordem e o caos que foi o Metal Open Air (MOA), que “aconteceu” em abril último, em São Luiz, no Maranhão.
“Uma vergonha!”, pontuou ele à revista digital Rock Meeting. O Dark Avenger chegou a ser chamado para o MOA e, apesar de todas as intempéries, fez o público soar a camisa e rodar o pescoço com um Metal bastante apurado.
A banda iria tocar às 11h15 do dia 20 de abril. Uma sexta-feira que prometia no palco Cliif Burton. Músicas como “Dark Avenger”, “Unleash Hell”, “Rebelion”, “Tales Of Avalon”, Morgana e Armageddon” estariam no set list. No entanto, eles só tocaram no dia seguinte por falta de organização do evento.
"Tudo começou no primeiro dia de show. O combinado era que seríamos a segunda banda do primeiro dia e o nosso horário era às 11h15.
Acordamos às 7h da manhã e fomos tomar café no hotel. No café da manhã, fui interpelado por um rapaz que se apresentou como sendo da Negri Produções e que disse que provavelmente seria ele que nos transportaria até o evento e que era para estarmos pronto logo.
Bem, às 9 horas já estávamos na recepção do hotel, prontos e com os instrumentos, esperando pela condução que nos levaria ao local do show.
O que veio a seguir foi de estranhar, pois esperamos por mais de uma hora até sermos informados que o show tinha atrasado por causa da passagem de som das bandas principais (Megadeth e Symphony X) e que a nossa apresentação atrasaria. Fomos orientados a permanecer no hotel e aguardar pela van.
Ficamos na recepção por mais QUATRO horas até que começou a chegar várias vans para levar o Shaman, Drowned e Almah.
Eu sempre perguntava: "olha, não me leve a mal, mas, se nós somos a segunda banda, por que o Almah está indo na nossa frente?", relata Linhares.
Ele comentou ainda que a falta de comunicação, de pagamento dos cachês, de higiene, de organização em si deixou uma mácula que vai demorar a sair em eventos de grande porte no Brasil.
“Olha, eu sou pai de um garoto de 17 anos e ver todos aqueles garotos ali, jogados no chão, privados de condições de dignidade básicas humanas, foi de partir o coração”, conta.
Ademais, depois de muita peleja, o Dark Avenger tocou no dia seguinte, um sábado de muitos desencontros e cancelamentos de shows.
“O palco da direta estava sendo desmontado e o público vendo aquilo começava a se manifestar com palavras incisivas de cobrança [...] A todo momento, passava alguém da produção com a cabeça baixa e o olhar desolado. Já passava do meio-dia e nada indicava que os shows continuariam”, diz o vocalista, que chegou a afirmar que sua banda foi expulso do backstage, antes mesmo de tocar para o público.
E era pelos fãs que o Dark Avenger estava lá; que todas as bandas, mesmo sem a segurança do cachê, se apresentaram. “Eu adorei São Luís. Uma cidade acolhedora e de povo maravilhoso.
Quanto ao MOA, tinha tudo para dar certo. Bem, o palco estava lá, o público estava lá, e quanto à segurança, em dois dias, ninguém invadiu o palco. Foi uma pena o terceiro dia ter sido cancelado. O público, embora tenha sofrido bastante com a falta de infraestrutura e com o não cumprimento de muita coisa prometida, estava lá. O povo queria os shows...”, pontua Mário Linhares.
Para ler a entrevista na íntegra e o comovente depoimento dos bastidores do evento apontado pelos críticos como o maior fiasco da história do Heavy Metal no Brasil, é só acessar a versão digital gratuita da revista Rock Meeting no link baixo:

terça-feira, 24 de abril de 2012

Público canta Hino Nacional ao fim do MOA. Assista.


Ao final do show do Korzus, o público canta o Hino Nacional no encerramento do festival Metal Open Air em São Luís do Maranhão. Assista o vídeo.



Metal Open Air: Korzus explica o que aconteceu


Esse fim de semana foi uma mistura de muitas sensações e emoções... No começo, parecia que um grande festival de metal aqui no Brasil estava nascendo de fato... Ficamos felizes com a possibilidade, e ainda mais por ele estar fora do eixo, em uma região mais carente de grandes eventos de Rock e Metal, que é o Nordeste. Estávamos ansiosos para fazer parte de tudo isso. Acreditávamos que seria histórico.
Então, foi chegando a data do evento... E como se fosse num filme de tragédia, fomos acompanhando as notícias de cancelamento das bandas, primeiramente as nacionais... E depois algumas poucas bandas gringas. Tinhamos um contrato assinado com o evento, e até então estávamos também no escuro. Nosso cache completo não havia sido pago... E não tinhamos passagens para o evento até um dia antes do começo do festival.
Da forma mais profissional possível, fizemos de tudo para conseguir ir tocar nesse evento que já era tão importante para nós, apesar de já estar dando sinais de problemas...
Após muita insistência, a produção do evento mostrou interesse em levar o Korzus até lá. De ultima hora, FOMOS PAGOS INTEGRALMENTE e tivemos as passagens de ida confirmadas (sob outras circunstâncias a banda não sairia de São Paulo)... As de volta foram canceladas por falta de pagamento, mas isso foi resolvido no local sem maiores problemas.
A sensação da injustiça que estava sendo cometida com as bandas brasileiras só aumentou depois que chegamos ao evento... Tudo se revelou extremamente desorganizado... E o pior foi constatar que o PÚBLICO era o maior prejudicado. No primeiro dia as coisas até pareciam que iam melhorar... Mas ai voltaram os cancelamentos das bandas... E o sábado amanheceu com a incerteza de se o festival ainda iria continuar... Passamos todo o dia no hotel esperando um direcionamento da produção. Enfim... Perto das 17 horas, vimos o Dark Avenger entrando na van para ser a primeira banda do dia no sábado, depois seria o Ácido, e ouvimos falar ainda em tom de boato, que poderia ser que todas as bandas gringas estivessem desistindo do evento... E tudo estava em risco.
Isso se estendeu até a noite, quando soubemos que o Legion of The Damned estava no palco... E decidimos nos encaminhar ao show e tocar, não só por uma questão de profissionalismo nosso, mas principalmente pelo público que lá estava. Tivemos a confirmação de que seríamos a última banda do evento pouco antes de chegar ao local... Ficamos preocupados, principalmente com a sensação óbvia de frustração e abandono que o público estaria sentindo. Mas reunimos toda a banda e conversamos, sobre a honra de tocar para um público de mais de 20mil pessoas naquela noite, e poder tentar melhorar um pouco a situação tão adversa na qual eles se encontravam... Não sabíamos o que ia acontecer, mas confiamos no respeito desse público que se mostrou maduro e compreensivo... Provando que nós, headbangers, somos algo bem diferente do que a grande mídia gosta de pintar.
Enfim, só podemos agradecer ao público... No fim das contas, acabamos fazendo um dos shows mais memoráveis da nossa vida. A platéia nos tratou como headliners, e nós fizemos o possível para ser a sua voz em cima do palco. E saímos de lá com a sensação de que ajudamos, pelo menos um pouco... A tornar melhor o dia de todos aqueles fãs dedicados e tão pacíficos. Obrigado a todos, do fundo do nosso coração. Temos a certeza de que o nordeste é um grande polo do metal brasileiro. Uma região que com a mais absoluta certeza, merece um evento ainda maior, e muito melhor e mais bem organizado.

Fonte (em inglês): 
Korzus site oficial

Metal Open Air: Jornal da Globo destaca desastre do festival


O festival novamente virou matéria de jornal de alcance nacional. Dessa vez, o Jornal da Globo destacou a situação do público nos aeroportos e a abertura de inquérito civil para apuração da responsabilidade dos organizadores do festival:
Veja mais vídeos relacionados ao Metal Open Air em:


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Metal Open Air: veja o "Wall of Death" do Korzus


Na segunda (que acabou sendo última) noite do Metal Open Air, a banda Korzus subiu ao palco e de uma forma exemplar, empolgou o público por mais de duas horas. Com todos os problemas do MOA eles conseguiram fazer um show histórico, demonstrando verdadeiro respeito aos headbangers.
Enquanto ouvimos muitos discursos, muitas vezes controversos, eis um exemplo para o Metal Nacional e às discussões relativas ao cenário. ATITUDE!
O video mostra o Mosh/Wall of Death de um ângulo privilegiado! Sem dúvida um dos melhores momentos do show!



Metal Open Air: a situação precária de quem ainda segue em São Luis


Sem comida há quase 24 horas e sem banho há vários dias, cerca de 25 pessoas ainda estavam acampadas em um estábulo do Parque da Independência, em São Luís, local onde aconteceu o Metal Open Air, informou ao UOL a promotora de defesa do consumidor do Maranhão, Lítia Cavalcanti nesta manhã. Após dois dias de problemas na organização e cancelamento de mais de 20 shows, o festival foi cancelado na manhã do domingo (22).
O público que não pôde permanecer acampado no parque montou barracas na grama em frente ao aeroporto da capital maranhense. Um grupo de pelo menos 30 pessoas ficou nessa situação até a manhã desta segunda-feira (23).
Ela explicou que sua equipe conseguiu uma doação de um supermercado local para que essas pessoas, de vários estados do Brasil, possam almoçar e tomar lanche antes de pegar o avião de volta para casa. “A situação é muito séria. As pessoas estão sendo tratadas como indigentes aqui. O estábulo está cheio de baratas e carrapatos. Parece um campo de concentração”, afirmou ela.
A promotoria do Estado, segundo Lítia, também teve de conseguir um transporte para tirar as pessoas do acampamento e levá-las para o aeroporto, onde será servido o almoço e o lanche. “Alguns deles foram furtados na sexta-feira e estão sem condições de chegarem ao aeroporto”.
Lítia ainda conta que os responsáveis pela realização do show não estão dando qualquer suporte para esses fãs do metal e não foram localizado pelo Ministério Público. “Essas empresas acabaram com a imagem do Maranhão”, afirmou ela.
Na tarde de hoje, a reportagem do UOL foi até o Parque da Independência e todos os fãs acampados já tinham sido retirados do local. Segundo um funcionário, o Ministério Público transportou o público para o aeroporto.
Procurado pelo UOL, Natanael Jr., dono da Lamparina, umas das produtoras realizadoras do evento, se defendeu das acusações e disse que disponibilizou uma equipe de seguranças para ficar no local até agora. Em relação à falta de comida, ele afirmou que disponibilizou no sábado e domingo comida às pessoas furtadas, mas ninguém apareceu para pegar. “Alguns quiseram trocar a comida por cerveja”, disse ele. Natanael ainda disse que a produtora não tem a obrigação de fornecer alimentos, por isso não voltou a oferecer comida nesta segunda (23).
Em alguns dias, a Ministério Púlbico vai finalizar um inquérito civil público, que pode cancelar os registros das duas empresas produtoras, a Lamparina e a Negri Concerts. “As duas são responsáveis diretas pelo o que aconteceu e o inquérito pode fazer com que elas não consigam mais atuar no mercado”.
Será formalizado também um inquérito policial e os responsáveis pelo festival podem responder por crimes contra relação de consumo, estelionato e formação de quadrilha.
Fonte: UOL

Metal Open Air: veja todas as matérias publicadas pelo site

Clique aqui para ler todas as matérias sobre o festival Metal Open Air, que "aconteceu" neste fim de semana em São Luis (MA).

Metal Open Air: UOL faz retrospectiva do "festival"


  • Outdoor na cidade prometia o Metal Open Air como o maior festival das Américas
    Outdoor na cidade prometia o Metal Open Air como o "maior festival das Américas"
Depois do cancelamento definitivo do terceiro dia do festival Metal Open Air, em São Luís, Maranhão, algumas das bandas que tocaram ou tocariam no evento ainda permaneciam na cidade neste domingo (22), assim como alguns fãs.
Grupos estrangeiros, como o alemão Destruction, esperavam seu voos para seguir em turnê ou apenas voltar para suas casas. Durante a noite, era possível ver os californianos do Exodus circulando junto com fãs pelo centro histórico de São Luís, onde a trilha regueira nas jukeboxes dos bares foi substituída por Black Sabbath e outras bandas de metal.
 
Outdoors publicitários do Metal Open Air espalhados pela capital maranhense, anunciando o evento como "O maior festival de rock das Américas", viraram motivo de piada entre os moradores.
 
Enquanto Felipe Negri e Natanael Jr., os dois principais organizadores, trocam acusações sobre a responsabilidade do fracasso, o público ainda não tem nenhuma posição sobre o ressarcimento do dinheiro investido nos ingressos.
 
Bruno Leal, supervisor do Procon Maranhão, sugere que as pessoas mantenham os comprovantes de pagamento, notas de consumo, e procurem a orientação de um advogado.

O NAUFRÁGIO DO METAL OPEN AIR, DIA A DIA
  • Estefani Medeiros/UOL
    Bar no centro histórico de São Luis, reuniu metaleiros que não tiveram opções depois do festival. A jukebox usada pelo espaço tocava clássicos como Black Sabbath (22/3/2012)
QUINTA-FEIRA (19)
No dia em que estava marcada a abertura do acampamento, os problemas do Metal Open Air já começaram a aparecer. O camping abriu com 5 horas de atraso, às 14h, deixando para fora gente que aguardava desde as 7h da manhã. A troca dos vouchers por pulseiras de acesso estava desorganizada, faltou água e energia elétrica no acampamento durante todo o dia. 
Á tarde, veio o primeiro grande cancelamento: a banda inglesa de black metal Venom alegou problemas de visto em comunicado divulgado em sua página na web.
 
A reportagem do UOL conferiu a estrutura do evento montada no Parque Independência por volta das 23h, e encontrou palcos incompletos e vigas metálicas no chão. Funcionários conectavam cabos das principais caixas de som a menos de 12 horas do horário marcado para o início do festival. 
 
SEXTA-FEIRA (20)
  • Honorio Moreira/UOL
    Público do camping toma banho no bebedouro dos cavalos do Parque Indepêndencia
A desorganização ficou ainda mais flagrante no 1º dia de shows. Uma fila enorme se formou em frente aos portões do Parque Independência logo pela manhã, enquanto o público acessava a área do festival em ritmo de conta-gotas. 
 
Do lado de dentro, era fácil notar que algo não ia bem: caminhões da equipe de montagem ainda circulavam, a praça de alimentação prometida se resumia a algumas poucas tendas, e os shows começaram com quase 5 horas de atraso. 
 
Mais um grande cancelamento: os ingleses do Saxon alegaram não ter recebido o cachê combinado. Em seguida, os produtores do Metal Open Air confirmaram falta de verba para realizar o festival.
 
O supergrupo Rock N'Roll Allstars, de Gene Simmons e companhia, também emitiu comunicado dizendo que não viria, junto com o o ator Charlie Sheen, anunciado como mestre de cerimônias.
 
Nos bastidores, tensão em torno da equipe do Megadeth e da viabilidade técnica do principal show da noite. Para piorar, faltou energia elétrica nos camarins dos músicos. Até os banheiros químicos receberam placas avisando que deveriam ser usados apenas pela banda de Dave Mustaine.
 
Depois do show do Destruction, um dos integrantes da banda se irritou com a falta de suporte da produção e se desentendeu com um membro da equipe.
 
Apesar de todos os problemas, shows das bandas Exciter, Almah, Exodus, Anvil, Symphony X e Megadeth garantiram a diversão do público no fim da noite. 
 
  • Papel em banheiro químico avisa restrição a integrantes do Megadeth: "Megadeth only"
SÁBADO (21)
O dia começou com o anúncio de cancelamento da banda americana Anthrax e da alemã Blind Guardian, as duas principais escaladas para o dia. Os músicos estavam em São Luís, mas alegaram falta de segurança e estrutura na área do festival.   
 
Shows começaram com 8 horas de atraso, após ameaça de cancelamento de todo o evento, e sem bandas para preencher o line-up. Um dos dois palcos foi desmontado. Num esforço de remanejamento, os brasileiros do Ácido e Dark Avenger subiram ao palco principal para que o público não ficasse sem atrações. 
 
Os holandeses do Legion Of The Dammed compensaram a espera dos fãs com um show incendiário. Foram os únicos estrangeiros a tocar nesse dia.
 
Em seguida, o Korzus entrou em cena pedindo ao público que não houvesse violência. Nos bastidores, os produtores Felipe Negri e Natanael Jr. trocavam acusações e tentavam convencer mais bandas internacionais a tocar no Metal Open Air. U.D.O. e Grave Digger, que também estavam em São Luís, optaram por ficar em seus hotéis. 
 
O 2º dia terminou sem 9 dos 13 shows prometidos e nenhum comunicado oficial da produção. Num prenúncio do cancelamento do dia seguinte, o único palco que funcionava começou a ser desmontado, e os portões se abriram para não-pagantes.
 
DOMINGO (22)
Os dois principais organizadores, Natanael Jr., dono da Lamparina Produções, e Felipe Negri, da Negri Produções, anunciaram o cancelamento oficial do terceiro dia do Metal Open Air. Algumas das bandas escaladas para tocar no domingo, como Obituary, Otep e Torture Squad, aguardavam na cidade.
 
Desolado, o público deixou em massa a área do acampamento. Alguns, sem poder remarcar as passagens de volta para casa, ainda passaram a noite no Parque Independência, contando com a proteção de um pequeno efetivo da Polícia Militar.

VEJA OS COMENTÁRIOS DO PÚBLICO E DAS BANDAS NO FESTIVAL

"Faltou dinheiro na reta final. Agora vamos tentar fazer o festival acontecer do jeito que der" - Natanael Jr., dono da Lamparina Produções, co-responsável com a Negri Produções pelo Metal Open Air 
“A gente perdeu o Abril Pro Rock, que é um festival de que gostamos muito, acreditando que ia dar tudo
certo aqui. Estamos tristes com os cancelamentos, hoje [sábado] queríamos ver pelo menos o Blind
Guardian" - Herico Hezion e José Everton, ambos da cidade de Patos, na Paraíba
"Gostamos muito do show do Korzus. Ele desviou um pouco a atenção dos problemas e a nossa raiva
para a música. Isso evitou uma tragédia. Os fãs de metal já são rotulados como marginais, a gente quis
provar que é diferente buscando uma saída judicial” - Allan Carvalho, de Sergipe
"Gostaria especialmente de agradecer à minha banda e minha equipe fabulosa por conseguir concretizar
esse trabalho. Se não fosse por minha equipe, especificamente, o festival provavelmente não teria
acontecido", Dave Mustaine, do Megadeth [leia comunicado]
“O heavy metal que eu acredito é feito de pessoas como vocês. Só não concordo com violência,
vandalismo, isso não é coisa de gente civilizada. Isso aqui não é uma guerra. Somos profissionais,
a gente não compactua com nada que aconteceu aqui. Representamos as bandas que não puderam
tocar e tiveram que voltar pras suas casas. A gente merece respeito” - Marcelo Pompeu, do Korzus
[assista ao vídeo]
“O preço dos serviços é outra coisa absurda. A gente pega um táxi e a cada hora é um preço diferente.
O taxista roda sem taxímetro e cobra até 30 reais. Os ônibus que a organização prometeu não funcionam” - Regina Natal, de Crisciuma (SC)
"Entendemos que a produção não foi capaz de proporcionar um ambiente adequado para o festival", comunicado da banda Blind Guardian
"Decidimos que é muito perigoso aparecer no festival. A produtora local não agiu de maneira profissional
e pedimos extrema cautela a qualquer um que esteja pensando em ir", Gene Simmons, em nome do
Rock 'N Roll All-Stars
"Tentamos de todas as formas durante dois dias reverter a situação uma vez que nosso cachê estava
pago, mas sem aéreas, fica impossível" - João Gordo, do Ratos de Porão
"O Wacken [festival de metal europeu] começou assim" - Edu Falaschi, do Almah
"Gostamos muito dos shows de bandas como Exodus, Destruction e Exciter. É uma pena não conseguir
assistir aos outros shows" - Lancelot Ferreira, de São Luis
“É muita sacanagem eles não virem avisar a gente de nada. Não sabemos o que está acontecendo,
a sensação geral é de indignação” - Cícero Luis, de São Luis (MA)
"Uma pena. É a única coisa que consigo dizer. Estou chocado com tudo isso" - Felipe Negri, produtor
da Negri [leia comunicado oficial]
"O prejuízo é enorme. Vou tomar uma série de medidas legais para depois ver o que posso fazer. Não
tinha como continuar depois do clima de ontem" – Natanael, produtor da Lamparina [leia comunicado]

domingo, 22 de abril de 2012

Metal Open Air: G1 entrevista produtor


Após publicar em seu perfil no Facebook, na madrugada deste domingo (22), que foi vítima de sequestro e agressão no Metal Open Air, festival coproduzido por sua empresa, Felipe Negri afirmou, em entrevista exclusiva ao G1, que o episódio ocorreu a mando de Natanael Junior, sócio da Lamparina Produções, organizadora local do festival.
Na nota em que anunciou o cancelamento do festival de São Luís, porém, a Lamparina diz: "Sobre a suposta agressão ao Sr. Felipe Negri, em nenhum momento isso aconteceu".
O evento ficou marcado, neste sábado, pela debandada das atrações internacionais e pelo posterior cancelamento, faltando ainda um dia para que se completasse a programação original.
Durante conversa com o G1, que aconteceu no hotel em que está hospedado, Negri descreveu-se “assustado, apavorado e magoado” e “vítima de um crime”. Segundo ele, tudo aconteceu durante o show do grupo brasileiro Korzus, último a tocar neste sábado (21) no MOA. Negri contou que dirigia um carro alugado e estava acompanhado de sua noiva e de dois funcionários quando outro veículo o “fechou”, impedindo-o de prosseguir. No momento, eles estavam numa rua nas imediações do Parque Independência, local do evento, em São Luís.
“Reduzi a velocidade por causa de um bloqueio e veio um Celta, com um sobrinho do Natanael Júnior em altíssima velocidade, com um ‘capanga’. Fecharam meu carro, coisa de filme de ação”, descreve Negri. “Desceram, o cara fez menção de que estava armado, aí achei que ali era o fim. E aí abriram as portas, esse capanga puxou a chave do carro, e nessa de puxar ele bateu, pegou aqui em mim [aponta para a testa], mas tudo bem, eu achei que o cara ia atirar mesmo.”
Negri conta então que, em seguida, foi tirado de seu carro. “Eles tiraram eu e minha noiva e falaram: ‘Você não saem daqui’. Foi um sequestro.” Ele relembra que, antes da abordagem, combinara de se encontrar, no mesmo hotel, com Marcelo Caio, sócio da Lamparina. “Era uma tentativa de tentar trazer mais uma banda [internacional, para tocar depois do Korzus] pelos menos”, justifica Negri. Antes de sair do Parque Independência, contudo, ele diz ter sido visto por Natanael: “Acho que ele ficou desconfiado...”.
Sem ameaça
Felipe Negri conta que, depois de ser retirado do carro, foi reconduzido ao interior do parque, no espaço atrás dos palcos. Ele diz que não chegou a receber ameaça. “Eles falaram ‘ninguém quer que ninguém se machuque, vamos pra lá agora’. Aí, foi isso. Liguei para o Marcelo Caio [que estava no hotel] e ele mandou liberar a gente.”
Segundo Negri, Caio negou participação. O sócio Natanael Júnior, entretanto, teria assumido participação. “Ele falou: ‘Não, não vai sair daqui’. Cárcere privado total, um crime hediondo, feio, grave”, declara Negri. “O Marcelo, por telefone, autorizou minha saída.”
Por fim, Felipe Negri afirma que a participação de sua produtora no Metal Open Air se deu no sentido de agenciar as bandas internacionais, com exceção do supergrupo Rock N Roll All Stars. Ele diz que, embora o cachê devesse ser pago pela Lamparina, foi a Negri Concerts quem acertou o pagamento dos demais artistas estrangeiros. Tirando o Saxon - um dos primeiros dentre os escalados a anunciar que não tocaria mais -, todos os grupos de fira receberam, garante Negri, mesmo que não essa não fosse a responsabilidade de sua produtora. “Essas bandas são minhas amigas...”
Pelo acerto entre os coprodutores, a Lamparina deveria repassar à Negri Concerts os valores correspondentes aos cachês, o que não teria ocorrido. Negri conta também que vai ver com seu advogado o que fará a partir de agora e que preferiu não registrar Boletim de Ocorrência sobre o episódio da madrugada deste domingo. Segundo ele, houve tentativas de dar sequência ao Metal Open Air neste último dia de programação, o que não foi possível, de acordo com o que lhe teria explicado Marcelo Caio.
No início da tarde deste domingo, na nota em que anunciou o cancelamento do MOA, a Lamparina Produções respondeu ao que Negri postara no Facebook: “Sobre a suposta agressão ao Sr. Felipe Negri, em nenhum momento isso aconteceu. Ele se recusou a colocar as bandas da noite de sábado, apesar de pagas. Além disso, quis retirar sua equipe técnica e se evadir do local. Foi sim exigida a sua presença e da respectiva equipe para a continuidade e segurança dos shows, em respeito ao público presente”.

Metal Open Air: veja camiseta "oficial" do festival

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Palcos são desmontados a um dia do fim da programação do Metal Open Air


Depois que a banda brasileira Korzus encerrou, à meia-noite deste sábado (21), seu show no segundo dia de apresentações de Metal Open Air, não houve qualquer anúncio oficial da produção do evento dando conta do que aconteceria a seguir. Enquanto o público aguardava saber se aquela seria, de fato, a última atração de um dia repleto de cancelamentos, o palco era tomado por homens que iniciaram o desmonte da estrutura.
Ao G1, eles afirmaram ser vinculados à produção do festival. Não souberam dizer, contudo, se os responsáveis pelo MOA pretendiam, posteriormente, tomar alguma medida para garantir que o evento, que acontece em São Luís, prosseguisse no dia seguinte, conforme indicado no cronograma.
Desmonte do palco Cliff Burton, na véspera do término do Metal Open Air (Foto: Alex Trinta/G1)Desmonte do palco Cliff Burton, na véspera do término do Metal Open Air (Foto: Alex Trinta/G1)
O mesmo procedimento de desmonte se repetiu no palco ao lado daquele onde se apresentara o Korzus - foi apenas o quarto show de uma noite que previa, inicialmente, 23. E ainda no espaço denominado camarote. 
Antes do Korzus, tocaram neste esvaziado segundo dia do MOA os grupos Ácido e Dark Avengers, também brasileiros, os holandeses do Legion of the Damned.
Desmonte do camarote do MOA, na véspera do fim do festival (Foto: Alex Trinta/G1)Desmonte do camarote do MOA, na véspera do fim do festival (Foto: Alex Trinta/G1)
O desmonte dos palcos e do camarote corrobora a impressão MOA não existe mais. Apesar da organização do Metal Open Air insistir que o evento não está ameaçado, o festival que foi inicialmente divulgado e para o qual o público comprou ingressos não existe mais. Com exceção do Megadeth, todas as principais atrações internacionais e nacionais cancelaram suas apresentações e os camarins e um dos palcos foram desativados. O evento, cujo início estava marcado para às 11h15 deste sábado, só começou às 18h.

MOA: Korzus agradece aos fãs

O Korzus agradeceu aos fãs que assistiram a apresenta da banda no MOA e destacou a maturidade e ordem mantidos pelos expectadores do festival, mesmo diante de toda a palhaçada:


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Metal Open Air termina em agressão entre os produtores?

Tire suas próprias conclusões:


http://postimage.org/image/hshnne9qt/



U.D.O. cancela show no Metal Open Air; organizadores trocam acusações nos bastidores


  • Em meio a rumores de cancelamento, público espera embaixo de chuva pelas atrações do segundo dia do Metal Open Air, em São Luís., Maranhão (21/4/12)
    Em meio a rumores de cancelamento, público espera embaixo de chuva pelas atrações do segundo dia do Metal Open Air, em São Luís., Maranhão (21/4/12)
A banda alemã U.D.O., que se apresentaria na noite deste sábado (21) no Metal Open Air, também anunciou o cancelamento de seu show no festival. Nos bastidores, os dois principais organizadores do evento, Natanael Jr. e Felipe Negri, trocam acusações e a polícia já conversa com os dois sobre como garantir a segurança do público, caso nenhuma outra banda suba ao palco depois dos brasileiros do Korzus. Os organizadores dizem que existe essa possibilidade.
O segundo dia de evento começou neste sábado (21), com sete horas de atraso, com a banda maranhense Ácido, às 18h. O Ácido estava programado para tocar inicialmente no palco El Diablo, às 12h deste sábado (21), e virou atração do palco principal.
Além do U.D.O., os três principais nomes internacionais que tocariam hoje já anunciaram que não farão os shows: o supergrupo Rock N'Roll All-Stars, a banda de thrash metal Anthrax e os alemães do Blind Guardian. 
À essa altura, os cancelamentos já atingem pelo menos 15 das 40 bandas anunciadas originalmente para os três dias de festival.
No início da tarde deste sábado, o festival chegou a sofrer ameaça de cancelamento já que, descontentes com a falta de pagamento, fornecedores de caixas de sons começaram a desligar os equipamentos que estavam no palco, informou Felipe Negri, da Negri Concerts, uma das produtoras do evento.
A reportagem do UOL no local apurou que os camarins estavam sendo desmontados, mas a produção estava trabalhando na montagem de um dos palcos. Sem confirmação, o público aguardava um possível início de shows debaixo de chuva.

Também foi confirmado pela organização do evento o cancelamento da participação do Anthrax. Outra banda que desisitiu de participar do evento foi a Blind Guardian. Em sua página do Facebook, a banda disse que cancelou a apresentação por conta do alto número de problemas técnicos e administrativos. "Entendemos que a produção não foi capaz de proporcionar um ambiente adequado para o festival", escreveu a banda em comunicado.
Na manhã deste sábado, a Lamparina se pronunciou em sua página do Facebook dizendo que tiveram "uma série de problemas estruturais, boicote e outros que vamos explicar na segunda". A produtora também comentou o cancelamento da banda Rock N Roll All Stars, que seria a principal atração deste sábado. "No caso do rock and roll all stars temos o contrato e estamos certos, vamos mostrar os detalhes do contrato, os valores pagos e todo o resto. Pedimos desculpas, mas nesse momento o festival tem que continuar e a programacao de hoje continua a mesma, com excessao do rock and roll all stars".

Problemas do festival
Apesar das boas apresentações que encerraram a primeira noite, o início de festival foi marcado por uma sequência de graves problemas na organização e estrutura.

Desde quinta-feira (19) já era possível perceber as primeiras falhas do evento, com o anúncio do cancelamento de 3 shows, incluindo o do grupo inglês Venom, principal atração do domingo (22).

Marcado para começar às 10h da manhã desta sexta (20), quando tocaria a banda baiana Headhunter DC, o Metal Open Air só viu seu primeiro show às 15h, horário em que entraram os canadenses do Exciter – todas as atrações anteriores foram canceladas ou remanejadas para os próximos dias. Segundo Raimundo Gomez, um dos membros da equipe técnica, a demora na passagem de som do Megadeth contribuiu para o enorme atraso.
Parte da estrutura passou o dia desmontada, e um dos palcos prometidos simplesmente não funcionou. Não havia caixas eletrônicos, garantidos pelo material de divulgação, e a praça de alimentação se resumia a poucas vendas em que faltava até água. Caminhões de abastecimento circulavam livres pela área do evento, oferecendo risco para quem passava.

sábado, 21 de abril de 2012

Carro Bomba: banda é mais uma a emitir comunicado sobre o MOA

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Jornal Nacional exibe matéria sobre MOA, veja:

http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/festival-de-heavy-metal-desaponta-fas-em-sao-luis-do-maranhao/1914720/

Megadeth: Mustaine solta comunicado sobre MOA


Droogies,
Para os fãs que estavam ontem a noite em Sao Luis,
Obrigado. É tudo que posso dizer. Um grande mega obrigado!
O show de ontem em São Luis foi algo desafiador, mas o fizemos. Era quase três da manhã quando saimos do palco.
Um dos pontos altos foi quando meu grande amigo, Michael romeo, veio até mim durante uma das paradas do show, e me deu um abraço de urso.
Amo Symphony X!
Eu gostaria de agradecer especialmente à minha banda e a minha equipe fantástica que fizeram tudo acontecer.
Se não fosse pela minha equipe, o festival não teria acontecido. Eles são tão modestos que provavelmente dirão, "Fizemos apenas uma limonada com os limões." Claro que fizeram, mas, nesse caso,tornaram couro de porco em seda.
Me contaram sobre as bandas que desistiram. Me disseram que os ingressos custavam R$ 450,00 para os três dias e 250 para apenas um. Uma pessoa comum ganha cerca de 28 reais por dia naquela região, então façam as contas. Precisam trabalhar nove dias para ver apenas um dia, 16 dias para ficar o final de semana todo.
Nós tocaríamos, não importava como. Não estavámos tocando mais pelos organizadores, estávamos tocando para o público!
Isso é o que importa. A MÚSICA e tocá-la para VOCÊS!
Espero que meus irmão do Big Four, ANTHRAX possam tocar hoje! Espero que o Big Four possa vir ao Brasil.
Dave Mustaine.

Metal Open Air: produtora Negri solta comunicado


O seguinte post foi publicado em um Facebook ligado à produtora Negri Concerts. A nota foi publicada ontem, quando do anúncio dos primeiros cancelamentos.
"Falando brevemente a todos, porque estamos trabalhando intensamente para corrigir os problemas causados:
1) Nossa empresa é a responsável pelo BOOKING das bandas. Nós negociamos a participação de todas as bandas INTERNACIONAIS no festival, EXCETO POR ROCK N ROLL ALLSTARS;
2) Sobre o Venom, apoiamos o comunicado da banda e explicamos a todos que a “culpa” não foi da banda, do promotor local ou da NEGRI CONCERTS. Foi um erro no momento da emissão do mesmo.
3) Mesmo assim, nossa empresa NÃO É RESPONSÁVEL pelo pagamento dos cachês.
4) Não somos responsáveis pela PRODUÇÃO / ESTRUTURA / SERVIÇOS / SOM / LUZ e VÍDEO providos no festival. Nossa função em São Luis é prestar apoio na recepção, hospedagem, transporte e assuntos relacionados a backstage das bandas internacionais. Os fornecedores foram contratados e são de responsabilidade da LAMPARINA FILMES E PRODUÇÕES.
5) Nossa empresa foi pessoalmente pedir desculpas às bandas pelos contratempos técnicos que NÃO SÃO DE NOSSA RESPONSABILIDADE.
A NEGRI CONCERTS também pede desculpas a todos os fãs, amigos, bandas nacionais que nos conhecem e apoiam o nosso trabalho e bandas internacionais que conhecem nossa reputação, estão no festival e estão conosco até o fim. Também lamentamos todos os problemas que as demais bandas nacionais tiveram com o cancelamento de suas apresentações, ressaltando que infelizmente essa área não era de nossa responsabilidade e nem de nosso conhecimento sobre tudo o que estava acontecendo.
Agradecimentos especiais à Nuclear Blast, a todas as bandas do primeiro dia que trabalharam em conjunto conosco e nos emocionaram com a real atitude de amizade, respeito e consideração que existiu com os fãs."

Repercussão internacional sobre o fiasco do MOA


O site Blabbermouth.net publicou hoje notícia cujo título era o seguinte: "Maior festival de Metal do Brasil se torna um fiasco".
Veja abaixo um trecho traduzido da notícia:
"Pelo menos 30 bandas tiveram suas apresentações canceladas neste final de semana (20-22 de abril) no Metal Open Air - anunciado como o maior festival de Metal organizado no país - devido a problemas organizacionais e técnicos. O evento, que tinha como headliners o MEGADETH, o ROCK AND ROLL ALL STARS e o VENOM, estava sendo realizado no Parque Independência, em São Luis, Maranhão (nordeste do Brasil).
De acordo com vários relatos da imprensa brasileira, a área de camping do Metal Open Air foi preparada em estábulos para cavalos, sem banheiros, luz e água disponível - apesar de o site oficial do evento ter prometido 'camping coberto e ao ar livre com banheiros e chuveiros'."
A notícia prosseguiu informando as notas oficiais das diversas bandas que anunciaram o cancelamento. Ao final, postou o vídeo da reportagem do Jornal da Globo sobre o festival.



MOA: Dark Avenger sobe ao palco enquanto público tem acesso livre

O Dark Avenger neste momento toca no festival para um público relativamente tranquilo apesar de todos os problemas. Praticamente não há seguranças, e o público tem livre acesso a algumas áreas reservadas. Não há iluminação nem segurança entre o palco e a saída do festival, que fica a cerca de 600 metros. Muitos estão entrando sem ingressos, embora haja revista na entrada.

Quem faz o ROCK NA VEIA

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Sou bancário (e isso é muito ruim, acreditem), guitarrista e vocalista da banda Raiobitz (Rio Claro-SP), colaborador do Whiplash.net e pai em horário integral. Curto rock e todas as suas vertentes desde que me entendo por gente e quero compartilhar dessa paixão.