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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Sebastian Bach rebate substituto, ataca jornalista e convida músicos do Skid Row para reunião


Sebastian Bach emitiu o seguinte comunicado, respondendo às declarações recentes de Johnny Solinger.
Carta aberta ao Skid Row e fãs da formação original
Uma das minhas bandas favoritas é o KISS. E uma das coisas que sempre amei em Gene Simmons é que ele realmente deixa os fãs serem os chefes. O que acham legal, Gene tenta oferecer. Sempre. Por quase 40 anos é assim e as pessoas os amam. Eles sabem como agira nos negócios.
Minha antiga banda? É o completo oposto. Individualmente, tenho certeza que todos apreciam os fãs por nos colocar onde estamos e nos dar uma ótima vida. Mas coletivamente não ligamos para o que eles desejam. Não há lugar no mundo onde se possa comprar um DVD original nosso. Nem uma Box-set com músicas inéditas, edições deluxe ou os vídeos 18 & Life, Roadkill e Oh Say You Can Scream. Todos alcançaram platina, mas não existem mais. Isso porque colocamos os fãs em último lugar nas nossas prioridades. O nome da banda está completamente destruído por inúmeras razões.
Há outro motivo pelo qual você nunca verá a formação original reunida. Há um jornalista chamado Jonathan Parks, que entrou em nosso caminho para piorar nossa já frágil relação, jogando uns contra os outros com bobagens e mentiras. Esse jornalista de merda coloca qualquer coisa que dizemos em seu website. Posso garantir que nunca disse o que foi publicado em minha “entrevista”.
Posso garantir que nunca citei seu nome pois nem sabia. Garanto que Snake e os outros caras também não. Desafio o senhor Jonathan Parks a colocar o áudio do que disse, para que ouçam por si próprios. Esse cara baixa nossas calças, chupa nossos paus e dá facadas pelas costas dos outros membros em cada entrevista. Por isso considero fútil responder as colocações ridículas de meu substituto. Aposto que Jonathan Parks fez o mesmo joguinho com ele.
Mesmo assim, responderei alguns pontos. Primeiro: garanto não ser bobagem quando digo que quatro dos cinco caras gostariam de reunir o Skid Row. Nos ofereceram dois shows no Sonisphere europeu este ano e chegaram até a fazer os pôsteres. Falei com Snake anos atrás, além de Doc McGhee. Planejamos uma caixa, sair em turnê e outras coisas. Ele foi o primeiro a dizer que faria isso… pelos fãs. Falei com Rob várias vezes e ele aceitou. Scotti e ele pareciam dispostos. Nunca tive resposta do baixista. Claro que poderiam mudar de ideia publicamente. Mas quando o assunto era privado, foi o que aconteceu. Os fãs sabem que nunca tive medo de contar a verdade.
Outra coisa que gostaria de dizer é que nunca falei nada sobre uma reunião do Skid Row para chamar atenção. Meu dedo mindinho recebeu mais atenção que meu substituto receberá em toda sua vida. Respondi um tweet falando que quatro dos cinco membros aceitaram a reunião. Só isso provocou toda aquela reação no mundo. Não posso fazer nada se todos prestam atenção no meu Twitter. Ele dizer que faço isso para chamar atenção é tão hilário quanto suas tentativas de cantar “I Remember You”. Se há algo que não preciso é de mais atenção.
Outra declaração cômica é que eu quis voltar desde o dia que saí. Nada poderia ser mais distante da verdade. Nem mesmo agora gostaria de voltar. Sempre disse que faria isso pelos fãs. Estou completamente feliz com meu novo álbum, Kicking & Screaming. Sou o único músico do Skid Row a ter entrado no Top 200 da Billboard nos últimos tempos. Tenho contrato com a Frontiers para mais um disco. Toco no palco principal de festivais como o M3, enquanto eles ficam no secundário. Estou satisfeito com minha banda solo. Mas entendo a frustração dos fãs com o fato de os cinco membros originais ainda estarem vivos mas não conseguirem se relacionar devido aos egos e jornalistas como Jonathan Parks. Não é justo com eles.
Não quero nada da vida além de fazer boa música e shows. Não preciso de minha antiga banda para isso. Mas pelos fãs, deixaria o ego de lado e faria algo especial por quem nos fez chegar onde chegamos. Não quero fazer isso por motivos pessoais, mas não é assim que as coisas funcionam. Às vezes você pode fazer as coisas pelos outros ao invés de por você. Então, aos meus antigos colegas: se quiserem deixar de lado as besteiras da internet e fazer uma reunião pelos fãs, liguem para mim.
Um último “fuck you” para Jonathan Parks por ser um imbecil e ficar promovendo briguinhas. Você é o pior tipo de jornalista musical, fazendo tudo isso para ganho pessoal. Tenha certeza que, se voltarmos, você será banido de qualquer show que fizermos. Os fãs lhe agradecerão por ter ferrado as chances de uma reunião ainda este ano, deixando a possibilidade ainda menor do que já é. Parabéns, estúpido. Foda-se você e seu site de mentiras.
Sinceramente,
Sebastian Bach

terça-feira, 29 de maio de 2012

Sebastian Bach: 'Eu sou um dos quatro que quer uma reunião do Skid Row'




O ex-vocalista do Skid Row, Sebastian Bach, disse que está disposto a voltar à sua antiga banda, mas que há um integrante do grupo que está impedindo que isso aconteça.

Sebastian postou em seu twitter no domingo, após ser perguntado por um fã sobre a reunião: “Quatro dos cinco integrantes querem a reunião. E acredite ou não, eu sou um dos quatro que quer.”

No ano passado, Sebastian Bach havia postado no seu twitter que gostaria que parassem de lhe perguntar se haveria uma reunião do Skid Row, após o baixista Rachel Bolan dizer que a banda “nunca mais olhou para trás” após a demissão de Sebastian da banda em 1996.

Rachel Bolan ainda acrescentou: “Quando nos separamos, achamos que jamais tocaríamos juntos de novo. Mas daí continuamos a receber e-mails e nosso escritório continuava a receber cartas de pessoas que queriam ver o Skid Row no palco e começamos a sentir falta. Sabíamos que se voltássemos, faríamos as coisas diferentes.

Quando Johnny Solinger (atual vocalista do Skid Row) entrou na banda, isso realmente nos animou. Havia um cara diferente ali e tudo que vinha dele era positivo.

E nunca houve nenhuma conversa sobre uma reunião. Nunca. Foram apenas rumores. Nós nos livramos dele e nunca mais olhamos para trás... Após a primeira tour com Solinger, pareceu que era assim desde o começo. É tão estranho. Eu ouço uma música antiga no rádio e soa tão bizarro para mim, porque estou acostumado com Johnny cantando-a.”

sábado, 28 de abril de 2012

Rock and Roll All Stars: Sebastian Bach junto com seu idolo


Sebastian Bach postou o seguinte comentário nas redes sociais: “Sonhos se realizam! No palco com meu herói de infância e toda a vida, Gene Simmons do KISS. Agora estou em uma banda com o homem que me inspirou. Obrigado Rock N Roll Allstars por fazer isso acontecer. Vejo vocês na estrada novamente logo”.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Sebastian Bach: dois shows sold out em SP e o mesmo carisma dos anos 90

SB_SP (1).jpg
SEBASTIAN BACH
Carioca Club, SP/SP (17/04/12)

Texto e fotos por Luciano Piantonni

Fui conferir ao segundo show do cantor Sebastian Bach, que fez fama no inicio dos anos 90, por ter integrado o Skid Row. Assim como no primeiro (que rolou no sábado, 14 de abril), mesmo sendo uma terça-feira, o Carioca Club esteve lotado!

Em 1996, quando todos jogavam de tudo no palco do Skid Row (no Philips Monsters Of Rock), eu me indignava de como as pessoas eram ingratas diante de uma banda tão talentosa, e que tocava mais pesado que bandas como Helloween e Raimundos que, até então, tinham agradado – e muito – aos fãs daquela edição do festival. E pra quem não sabe, aquela foi a última apresentação de Sebastian com o Skid Row, que decidiu deixar a banda depois do fiasco daquele dia.

O mais engraçado de tudo isso é que, 14 anos depois, muitos dos que estavam lá, hoje idolatram o show do cara... Vai entender!

Por volta das 20:00, a banda Madjoker fez a abertura, tocando um hard rock com direito a covers de Metallica (Fuel) e Guns N’Roses (You Could Be Mine), com um certo exagero na performance, principalmente do vocalista que se mostrou caricato várias vezes, protagonizando cenas bizarras, quando por exemplo, girou o microfone com tanta intensidade, que até derrubou o pedestal  – ao menos risos ele arrancou da galera...

Uma pausa para os ajustes finais e finalmente Mr. Bach iniciou seu show com Slave To The Grind, uma das mais pesadas da sua ex-banda, o que causou um frisson enorme na galera. O som estava perfeito e a iluminação, idem! Faz tempo que eu não via uma iluminação tão boa no Carioca!

Vale dizer que Sebastian Bach continua com a voz intacta, alcançando todas as notas com a maior naturalidade, como nos tempos do Skid! E sua banda consegue ser melhor que a anterior, com os dois excelentes guitarristas Nick Sterling e Johnny Cromatic, o baixista Jason Christopher e o baterista monstro das baquetas Bobby Jarzombek (Halford, etc.).

O show continuou intercalando músicas de sua carreira solo, com sucessos do Skid Row, o que foi uma grane sacada, pois agradou aos fãs de suas duas fases, sem soar cansativo, mantendo o pique da apresentação, como deve ser.

O público enlouquecia com músicas como Kickin’ & Screaming, Dirty Power, Here I Am, Big Guns, (Love Is) A Bitchslap,Stuck Inside e Piece Of Me. Sebastian, um verdadeiro frontman, brincava com os fãs, conversava bastante, e ainda mostrava “habilidade de coordenação motora” ao pegar objetos/presentes no ar, que eram atirados no palco.

Uma das baladas mais belas do Skid Row, 18 And Life, fez com que todos levantassem seus celulares e cantassem a plenos pulmões. Essa, que é uma das canções símbolo do hard dos anos 90, na verdade saiu no primeiro disco dos caras, de 1989, mas até ficar conhecida mundialmente...

Em seguida, American Metalhead, e eles param e fazem um mix (acústico) de Breakin’ Down/Quicksand Jesus/In A Darkned Room, arrancando suspiros e muitos aplausos.

SB_SP (10).jpgContinuaram com Caught In A Dream e chegava então um dos momentos mais engraçados do show, quando ele, antes de iniciar Monkey Business, perguntou como se falava “monkey em português. Quando todos responderam “macaco”, ele não parou mais de treinar e em todas as partes em que tinha que cantar “monkey”, trocava por “macaco” – Nick Sterling chegou até a brincar com a galera, jogando algumas bananas para o público. E antes que algum idiota comece a procurar coisas onde não tem, basta ler a letra dessa música pra saber do que se trata.

Mais músicas foram tocadas, como My Own Worst Enemy, Wishin, I Remember You (a mais açucarada da noite, cantada tão alto que quase encobria a banda) e Tunnelvision.

Pra encerrar de forma brilhante, um dos maiores clássicos do Skid Row, Youth Gone Wild, com Sebastian mostrando o nome da música tatuada em seu braço.

A banda se despediu, foi ovacionada e todos foram felizes por mais um show que ficará marcado na história de São Paulo – forte candidato a melhor de 2012!


Fonte: Rock Brigade

terça-feira, 10 de abril de 2012

Sebsatian Bach revela que houve proposta por reunião do Skid Row


O ex-vocalista do Skid Row revelou que houve uma tentativa de fazer uma reunião do Skid Row para a edição desse ano do festival Sonisphere.

Segundo Sebastian: “Muitas vezes as pessoas perguntam porque não estamos juntos e a verdade é que nunca me fizeram uma proposta de reunião com eles até o ano passado.

Houve algumas ofertas para esse show na Inglaterra, o Knebworth e chegaram atá a fazer um pôster: “Kiss with special guests Skid Row” e era sério, mas o resto dos caras da banda não quis.”

Isso tudo agora é irrelevante já que o Sonisphere desse ano foi cancelado, mas quem sabe senão haverá um retorno de Bach no futuro ?

Sebastian Bach toca com sua banda nesse sábado (dia 14) e na próxima terça (dia 17) no Carioca Club em São Paulo.

Fonte: Roadie Crew

sexta-feira, 23 de março de 2012

Sebastian Bach: Camarotes esgotados em SP


Será que só eu acho que essa tábua leva prego?
A produtora Dark Dimensions anuncia que, os ingressos de camarote para a segunda apresentação do vocalista Sebastian Bach em São Paulo, estão esgotados. O show está agendado para 17 de junho, no Carioca Club. O primeira exibição na capital paulistana acontece em 14 de abril, no mesmo Carioca Club e está sold out há mais de um mês e meio.
Os fãs interessados em conferir esta performance histórica podem garantir presença no site oficial da Dark Dimensions. Ainda restam ingressos de pista estudante e pista promocional. O valor das entradas custam a partir de R$ 75,00.
Recentemente, o artista enviou uma mensagem super descontraída convidando o público a prestigiarem suas exibições. Confira o video em http://www.youtube.com/watch?v=A_nP4_l_eSs.
O frontman mostra a turnê de seu mais recente trabalho, “Kicking & Screaming”, que vendeu 6,600 cópias nos EUA logo na primeira semana de seu lançamento e alcançou a 73° posição no chart The Billboard 200. No repertório, além de músicas novas, o cantor relembra sucessos que marcaram a sua carreira ao lado do Skid Row como as clássicas “Slave to the Grind”, “Piece of Me”, “18 and Life”, “Monkey Business”, “I Remember You”, “Youth Gone Wild” e outras.
A “Kicking & Screaming & Touring” pela América do Sul consiste em:
Apr 12 – Teatro Caupolican – Santiago, Chile
Apr 13 – Teatro Flores – Buenos Aires, Argentina
Apr 14 – Carioca Club – São Paulo, Brasil
Apr 15 – Opiniãoo – Porto Alegre, Brasil
Apr 17 – Carioca Club – São Paulo, Brasil

A última vez que Bach veio ao Brasil foi como banda de abertura para o Guns ‘N’ Roses no ano passado. A primeira passagem foi durante o festival Hollywood Rock.
A abertura dos shows em São Paulo está a cargo da banda MadJoker, que lançará o debut álbum “O Mal necessário” ainda neste semestre.
Serviço SP
Kicking and Screaming World Tour
Data: 14 de abril de 2012 – sábado
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Hora: 19h30
Abertura da casa: 18h
Banda de abertura: Madjoker
Ingressos: ESGOTADOS!
Imprensa: (13) 9161.6267

Serviço SP show extra
Data: 17 de abril de 2012 – terça-feira
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Hora: 21h30
Abertura da casa: 19h30
Banda de abertura: Madjoker
Ingressos:
Pista estudante: R$ 75,00 | Pista Promocional Limitada: R$ 90,00 | Camarote
estudante – R$ 100,00 | Camarote: ESGOTADO!
Imprensa: (13) 9161.6267

terça-feira, 20 de março de 2012

Sebastian Bach diz que shows em SP foram o melhor e o pior de sua vida



O cantor Sebastian Bach (Foto: Divulgação)Sebastian Bach estava verdadeiramente preocupado, ou talvez traumatizado, quando chegou a São Paulo em 2010, para fazer o show de abertura da apresentação do Guns N’ Roses. Em sua visita anterior, 14 anos antes, ele havia feito aquele que considera o pior show de sua carreira. A situação era pouco favorável, justifica ele em entrevista aoG1, por telefone. Escalado para tocar num festival que trazia grupos essencialmente pesados, Sebastian não mereceu a melhor das recepções por parte de uma plateia formada por fãs de bandas como Mercyful Fate e Motörhead.
Na época, ele integrava a banda que o consagrou, o Skid Row. E a imagem que o vocalista cultivava pouco contribuía no sentido de garantir uma boa aceitação. Para além do fato de o Skid Row fazer uma música inadequada para a ocasião, o cantor trazia ainda resquícios do tempo em que costumava figurar nas paredes dos quartos de adolescentes que o tomavam por símbolo sexual. Isso, sobretudo entre o fim da década de 1980 e o princípio da seguinte.

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